Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

Roupinhas de Pista

O clube Bubu Lounge se prepara para comemorar seus cinco anos de sucesso absoluto na noite paulistana e como parte das comemorações lança sua grife. Os primeiros lançamentos são camisetas com a marca das três principais noites - Fun, Top e Chic - e havaianas. Mas o hype mesmo é a camiseta "I Love Bubu", que virou tendência entre os frequentadores do clube.

Em 2008 o clube presenteou os frequentadores das festas de aniversário com a camiseta "I Love Bubu" e agora coloca todas elas a venda por R$ 60 cada, as havaianas custam R$ 30. As vendas ocorrem pelo site www.bubustore.com.br. E o DJ Paulo Agulhari já está deslifando sua malha "Fun" pelas pistas do Brasil.

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Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

Corrente dos 318 Pastores

De domingo para segunda demorei para dormir, ainda habituado as férias. Como não tinha nada mais interessante na televisão resolvi buscar uma pauta para o blog e encontrei algo que há tempos quero escrever. A baixa qualidade dos programas da Igreja Universal.

É sabido que boa parte da receita da Record provêm dos espaços que a Igreja compra na emissora, que é dela mesma. É um processo semelhante ao SBT veicular comercial da Tele Sena. Um produto do mesmo grupo, que paga para estar ali. No caso da Record é até caso de investigação, pois seguramente é uma espécie de lavagem de dinheiro, afinal palavras de auto-ajuda não figuram em notas fiscais de "prestação de serviço" para justificar a entrada do dinheiro.

Eles já processaram grandes veículos e importantes jornalistas por falarem sobre o comércio que existe dentro dos tempos dele e eu mesmo já tive a oportunidade de presenciar muita coisa - e não só na Universal, mas na Igreja da Graça, do pastor RR Soares também.

Mas voltando a falar da baixa qualidade das produções. Eles precisam melhorar o casting, tem que contratar gente que saiba falar melhor, precisa dar uma investida no figuriro, afinal os fiéis do senhor, segundo a Bíblia, precisam andar apresentáveis e não é assim que aquelas pessoas que dão testemunho nos programas da madrugada podem ser classificadas.

Não é possível me dizer que todas aquelas histórias são verídicas. É humanamente impossível todas aquelas conquistas em tão pouco tempo. Claro, é humanamente impossível, mas "para Deus tudo é possível", segundo as pregações deles, não é mesmo?

Mas será que Jesus Cristo vai na Receita Federal, na Jucesp e na Prefeitura carimbar, com prioridade, o documento daquelas pessoas? Praticamente todos os depoimentos que vi na madrugada de segunda eram de fiéis que estavam na igreja há dois, três meses, que tinham chegado "derrotados e falidos" e venceram. "Recuperei minhas duas fábricas, comprei um apartamento e estou comprando mais uma casa", disse um. Em dois meses há tempo hábil para a burocracia disso tudo? Óbvio que não.

E se for analisar é sempre usadas as mesmas frases, as mesmas expressões. As pessoas são entrevistadas dentro de seus carros, para tentar imprimir verdade naquelas conquistas. "Carro do ano" é uma expressão bem comum entre eles. Frases de impacto que a psicologia explica o sucesso delas. Coisas como "eu venci", "eu comprei" e as ostentações do tipo "viagens internacionais", "cruzeiros" e ainda um senhor de cinquenta e poucos anos dizendo que até os 30 vivia em pensão e que era milionário agora. Disse que havia acabado de comprar uma casa de mais de um milhão de reais. E o cinegrafista dando uma panorâmica de sua Tucson, que ele ainda disse que era o carro "mais simples" que tinha.

Zapeando, num outro canal, que nem lembro exatamente o nome da igreja, um pastor pedia oferta dos fiéis-telescpectadores para continuar comprando aquele espaço na televisão. "Pode ser deposito em conta ou cartão de crédito" e completava afirmando que "para ofertas acima de R$ 30 enviarei um livro meu". É oferta ou compra de livro? E se ofertar e Deus não abençoar, pode pedir extorno ligando na Visa ou na Redecard?

Em uma reunião que a Universal faz, às segundas-feiras, para empresários, eles são categoricos em dizer "quero 70 pessoas aqui na frente para dar R$ 1.000,00 cada uma" e enquanto não atingem esse número - ou meta? - não param. Depois pedem mais uma quantidade de pessoas que possam dar R$ 500, mas essas não vão subir ao púlpito, apenas vão ficar na frente e depois desta segunda leva de fiéis - consumidores de palavras de auto-ajuda? - pedem qualquer quantia, até apelarem para relógios, correntes e correlatos.

Infelizmente o Brasil está repleto de gente ignorante, sem discernimento para entender o processo de alienação utilizado e caem em suas armadilhas, onde até o único carro tem gente que esperando dois carros, como prova de que Deus não deixa um filho seu na mão. E quando algum pobre fiél vai chorar com o pastor porque Deus não o "deu em dobro" ou "não abençoou" a justificativa é "mas você ainda está em pecado" ou ainda "há pecadores na sua tenda".

Essas igrejas são grandes cases de dar inveja até para Roberto Justos, Washington Olivetto e Nizan Guanaes. E falo tudo isso não apenas baseado em programas de televisão, mas por uma rápida vivência neste universo e posso afimar que fora das câmeras a coisa é ainda mais apelativa. Será que dá para ser mais? Sim, garanto que dá. Estão apenas trabalhando as estratégicas de mercado, encantando o público-alvo e obtendo o que querem: dinheiro.

Eu acredito que fé e crença não é medida através do saldo bancário e sim daquilo que cada um resolver acreditar. Sou cético sim, dessa indústria que nasceu nos anos 90 e ganhará ainda mais força nesses tempos de crise econômica mundial e não será "Corrente dos 318 Pastores" que vai livar o mundo das provações que ele terá de passar.

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Reforma Ortografica

Está em vigor as novas regras ortograficas que visam estabelecer uma única maneira de escrever o português e aproximar a cultura dos paises de língua portuguesa. Aqui um guia prático editado pela Melhoramentos.

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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

Beijinho Doce - Remix

Floria vai tomar conta das pistas e promete ser a nova Kylie. O remix do seu sucesso "Beijinho Doce" caiu na rede e promete ser o hit deste verão pelos clubes gays do Brasil.

:: Clique aqui para baixar

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Beijinho Doce

Flora Pereira da Silva lança CD com seu hit "Beijinho Doce" e manda Silveirinha comprar todas as cópias disponíveis em todas as lojas para que ela ganhe o Disco de Platina. (rs)

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Domingo, 4 de Janeiro de 2009

Água por R$ 2 na Sunrise

Beber em festas é caro. A água nos clubes não custa menos de R$ 4, mas chega até R$ 6 em alguns casos como na Bubu. Mas a Sunrise, festa que rolou em um Barco, em Florianópolis, surpreendeu por cobrar apenas R$ 2 pela água.

Quando o povo está em alto mar e com sede pode-se cobrar (quase) quanto bem entender que eles pagam, mas desta vez o preço foi muito camarada, por isso penso que pode ter alguma relação com a morte da menina Isabella Necrato em um cruzeiro universitário em dezembro passado.

O laudo da morte da menina ainda não saiu, mas o consumo de drogas no cruzeiro foi declarado por outros estudantes e existe uma probabilidade bem grande da causa mortis dela estar relacionada ao consumo de substâncias químicas. De repente pensaram em baratear o custo da água para que ninguém deixasse de comprar e se hidratar.

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Direto de Floripa

- Um dos grandes hits do Réveillon de Florianópolis foi “Miles Aways”, da Madonna.

- E fontes contam que Almada esteve em várias festas, só olhando o movimento. Será que ele já se prepara para o Carnaval?

- A Sunrise foi, mais uma vez, a melhor festa da temporada, só estragou um tiquinho porque choveu, mas o balanço do mar deixava o povo em “completo ecstasy”, conta uma bee.

- Já a festa na Mansão foi meio dispersa. Era muito espaço para pouca gente.

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Google Religioso

googlecatolico 
Um novo site de buscas surge na web e tem o objetivo de oferecer aos cristãos uma forma de navegação livre de sites que fogem de suas crenças religiosas. É o Catholic Google, que não tem qualquer ligação com o verdadeiro Google, ele nasce como buscador que não exibe sites pornográficos ou de conteúdo gls em geral.

Quando é buscado um conteúdo relacionado a homossexuais, por exemplo, ele traz conteúdo que relacione a homossexualidade e igreja e não sites noticiosos, por exemplo. E o Google já já processa os caras, já que estão usando o nome deles em vão.

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Péssima Entrada na The Week

Mesmo um tanto a contragosto fui a The Week depois da chegada de 2009. O DJ destaque da noite era Chris Cox, que não mandou muito bem no Rio, em outubro.

Com a companhia de um querido amigo fui para a Lapa. Chegando lá uma fila quilimétrica em frente de todo o espaço da The Week mostrava que o clube estava cheio. Fui direto até a entrada, mas o Black Card não daria acesso àquela festa, apenas compra com desconto. Fui até um segurança e ele me informou que o cartão não dava nem prioridade de compra. Comecei achar um equivoco.

Poucos minutos depois o mesmo segurança me procurou na fila informando que “não sabia dessa informação, mas você pode ir lá e comprar direto, sem pegar a fila, me acompanhe.”. No meio do caminho ele perguntou se eu realmente tinha o Black Card e diante da minha afirmação positiva ele pediu para ver o cartão, mas fui categorico dizendo que “tenho o cartão e você vai acreditar porque sou cliente, não vou mostrar” e mesmo assim ele insistuiu e não mostrei.

Quando cheguei para comprar o ingresso com desconto (R$ 25 para Blackers) um amigo que iria comprar no valor normal foi informado que naquele instante uma ordem superior (Klaus?) informou que o valor passaria de R$ 40 para R$ 50, para homens. Mulheres pagariam então R$ 60. Um clima de insafisfação tomou conta de quem ouviu, mas  ninguém se manisfestou no sentido de deixar a fila e ir para outro lugar.

Parece que a The Week adotou a cultura das festas cariocas que determinam seus preços, em datas de grande procura, de acordo com o humor da gerência e a quantidade de gente dentro do clube, com aquelas tradicionais e cafonas frases de “preços sujeito a alteração”.

A The Week costuma ter uma grande taxa de acerto em suas produções, mas desta vez desagradou feio. Fila gigante, seguranças mal informados e apenas duas pessoas cobrando os ingressos para uma fila de mais de 100 metros.

E porque não manter o padrão que é cobrar a entrada na comanda de consumo? Fazer o cliente pegar duas enormes filas – para comprar ingresso e para pagar – não é uma boa maneira de começar o ano. Bom, outro lado não era o público da The Week em si que estava ali naquela noite, logo não tinham qualquer parametro e estavam deslumbrados.

Pelo menos Cox acertou na mão e agradou aos que conheciam o moço e o conceito musical do clube, porque a emagadora maioria dos presentes naquela noite era de pessoas de outras cidades e estados, héteros deslumbrados por estarem em um clube gay e achando a maior transgressão de suas vidas ir até uma boate onde tem “bombadam pegando bomdadam”, como disse um na fila de pagar.

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Sábado, 3 de Janeiro de 2009

Infância com Super Massa

Andando no shopping semana passada encontrei esses dois modelos do “Super Massa”, brinquedo que eu amava quando criança. Eu tinha vários kits, entre eles os dois abaixo:

supermassa1

supermassa2

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